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Constelações

Constelações são regiões do céu definidas oficialmente pela União Astronômica Internacional. Aqui você aprende a reconhecer as principais a partir do Brasil, com cartas oficiais IAU/Sky & Telescope, estrelas de referência, objetos de céu profundo e contexto histórico.

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Constelação · Cão Maior

Cão Maior

Pequena mas inconfundível, a constelação do Cão Maior abriga Sirius, a estrela mais brilhante da noite, e o aglomerado aberto M41. No verão ela cruza o céu quase sobre a cabeça de todo o Brasil.

Constelação · Carina

Carina (Carina)

Pedaço do antigo navio Argo, Carina tem a segunda estrela mais brilhante do céu, Canopus, a monumental Nebulosa de Carina com a instável Eta Carinae e alguns dos melhores aglomerados para binóculos do céu austral.

Constelação · Centauro

Centauro (Centaurus)

Nona maior constelação do céu, o Centauro cerca o Cruzeiro do Sul e guarda Alfa Centauri, o sistema estelar mais próximo do Sol, Ômega Centauri, o maior aglomerado globular da Via Láctea, e a galáxia Centaurus A.

Constelação · Cisne

Cisne

Um cisne de asas abertas voando pela Via Láctea: Deneb na cauda, Albireo no bico e a Cruz do Norte no corpo. Do Brasil, a constelação aparece baixa no norte, no fim do inverno, e parte dela nem chega a nascer no Sul.

Constelação · Cruzeiro do Sul

Cruzeiro do Sul (Crux)

A menor das 88 constelações é também a mais famosa do hemisfério sul. Está na bandeira do Brasil, aponta para o polo sul celeste e abriga o Saco de Carvão e a Caixa de Joias.

Constelação · Erídano

Erídano

Sexta maior constelação do céu, Erídano serpenteia por mais de 50° entre o pé de Órion e a estrela Achernar. É discreto, mas guarda estrelas próximas famosas e galáxias bonitas para telescópios.

Constelação · Escorpião

Escorpião (Scorpius)

A supergigante vermelha Antares marca o coração de um escorpião que se estende por 500 graus quadrados de Via Láctea. Do Brasil ele passa quase a pino nas noites de inverno, cheio de aglomerados visíveis a olho nu.

Constelação · Gêmeos

Gêmeos

Duas estrelas brilhantes lado a lado, Castor e Pollux, dão nome a esta constelação zodiacal. Ela acompanha Órion pelo céu de verão e guarda o aglomerado M35, um belo alvo para binóculos.

Constelação · Leão

Leão (Leo)

Um ponto de interrogação invertido, a Foice, desenha a cabeça do leão do zodíaco, com Regulus no coração e Denebola na cauda. É a constelação do outono brasileiro e um campo de galáxias para telescópios pequenos.

Constelação · Lira

Lira

Minúscula mas cheia de atrativos, Lira tem Vega, a quinta estrela mais brilhante do céu, e a Nebulosa do Anel. Do Brasil ela aparece baixa no norte nas noites de inverno, mais alta quanto mais ao norte você estiver.

Constelação · Órion

Órion (Orion)

A constelação mais fácil de reconhecer do céu de verão. As Três Marias marcam o cinturão do caçador, entre a supergigante vermelha Betelgeuse e a azul Rigel, e abaixo delas brilha a Nebulosa de Órion.

Constelação · Sagitário

Sagitário (Sagittarius)

Na direção do Sagitário fica o centro da Via Láctea, e por isso nenhuma constelação concentra tantos aglomerados e nebulosas visíveis em binóculos. Suas estrelas formam o asterismo do Bule de Chá, alto no céu de inverno do Brasil.

Constelação · Touro

Touro (Taurus)

Um V de estrelas com a alaranjada Aldebaran na ponta forma a cabeça do Touro, e sobre o ombro dele brilham as Plêiades, o aglomerado mais famoso do céu. É a constelação zodiacal do verão brasileiro, vizinha de Órion.

Constelação · Tucano

Tucano

Suas estrelas são fracas, mas o Tucano guarda dois dos maiores espetáculos do céu austral: o aglomerado globular 47 Tucanae e a Pequena Nuvem de Magalhães, ambos visíveis a olho nu em céu escuro.

Constelação · Virgem

Virgem

Enorme e discreta, Virgem tem uma única estrela muito brilhante, Spica, mas esconde o aglomerado de galáxias mais próximo da Via Láctea. É o céu de outono por excelência para quem tem um telescópio.